Notícia

Batistas mineiros falam dos desafios no Vale do Jequitinhonha

De 08 a 11 de janeiro, o gerente da área II da Gerência de Missões da Convenção Batista Mineira viajou para o Vale do Jequitinhonha com o propósito de visitar os campos missionários desta região de Minas Gerais. Também foram visitadas, na ocasião, Igrejas e pastores em potencial para somar no investimento da obra missionaria no estado. A seguir, leia um pequeno resumo dos campos missionários visitados:

Medina é uma cidade com 20 mil habitantes e segundo o IBGE, 13,37% da população se declara como da religião evangélica. Nesta cidade temos uma Congregação com sede própria que, antes da pandemia, tinha uma frequência de 50 pessoas, agora, neste tempo, aproximadamente 30 pessoas tem frequentado os cultos. No início deste mês, o Senhor chamou para a Eternidade o pastor Samuel que, há dois anos, estava nesta Congregação como nosso missionário. Ele estava realizando um excelente trabalho e o crescimento era visível, caindo na graça, tanto da Igreja como da comunidade. Nos despedimos com muita gratidão pelo grande servo e pessoa que foi para todos nós. Agora, buscaremos outro obreiro para dar continuidade ao seu trabalho.

Jacinto é uma cidade com 12 mil habitantes e de acordo com o IBGE, 16,49% são evangélicos. O templo é muito bonito e atualmente têm uma frequência de aproximadamente 25 pessoas nos cultos dominicais. A liderança é composta por pessoas muito simples, porém, muito focadas na obra de Deus. Desde o início da pandemia ficou sem um obreiro, pois o mesmo é do grupo de risco, e em virtude da sua idade, a família o aconselhou a voltar para a sua terra natal. Entendemos que precisamos de um novo obreiro para dar prosseguimento com a plantação daquela Igreja, levando em consideração os grandes desafios desta cidade.

Rubim é um município com 10 mil habitantes e as informações do IBGE é de que 13,95% são evangélicos. Fiquei muito surpreso com tudo que pude testemunhar na Igreja, como também no templo e suas dependências; tudo muito bem-feito e uma liderança determinada a continuar mesmo com a falta de um pastor. A frequência, mesmo nesta pandemia, é de 70 pessoas nos cultos dominicais. Se tratando da estrutura física, ela está preparada para se emancipar, faltando pouco no aspecto financeiro para se tornar autossustentável. Estamos orando e buscando um novo obreiro para assumir a Igreja em Rubim.

Pedra azul tem 23 mil habitantes e as estatísticas do IBGE apontam que 12,30% da população se declara da religião evangélica. Este campo é liderado pelo missionário Josemares, que possui bons projetos para continuar o crescimento da Congregação. Um dos grandes desafios, no que diz respeito ao templo, é a troca do telhado. Na época da construção foram colocadas telhas ecológicas e hoje a maioria está danificada e precisando ser trocada. De acordo com Josemares, o novo projeto é uma cobertura com telhas de zinco. Nos cultos dominicais, a Congregação tem uma frequência de aproximadamente 25 pessoas.

Nesta jornada pelo Vale pude encorajar todas as nossas Congregações e seus líderes a continuarem realizando a obra de Deus. Não há Igreja que não possa cooperar, todos podem colaborar, independente do tamanho; aproveito para agradecer a todos que têm cooperado com o avanço da obra de Deus nesta região!”, encerra o pastor Carlos Genival.

 

Ilimani Rodrigues e Kátia Brito

jornalistas da Convenção Batista Mineira


 
 

Fotos