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Conheça a história de Paiva, de 102 anos, membro da Igreja Batista Cidade Ocian

Os quadros na parede conectam memórias do passado e do presente. As fotografias em preto e branco eternizam momentos de sua juventude e dos sete filhos, enquanto as coloridas registram as conquistas na melhor idade como o batismo aos 95 anos e o aniversário de 99. Os diplomas e certificações atestam a integridade de um homem exemplar. “Trabalhei 30 anos como servidor do Estado na Secretaria de Segurança Pública no corpo de policiamento dentro da guarda-civil; eu recebi aquele diploma por 20 anos de bons serviços prestados. Outro recebi por 25 anos sem nenhuma punição e ganhei um do hospital das clínicas por fazer parte da viatura que salvou a vida de uma criança”, conta Liberino Tibúrcio de Paiva, de 102 anos, mais conhecido como irmão Paiva, membro da Igreja Batista da Cidade Ocian (IBCO), desde 2005.

Paiva nasceu em 21 de março de 1917, na Bahia. Em sua juventude, se mudou para Marília, em São Paulo, e trabalhou plantando algodão em uma fazenda, local em que conheceu a Cristo. Após alguns anos, ele veio para o centro do estado e exerceu diversas atividades até ingressar na Guarda-civil. Em 2000, mudou-se para Praia Grande e em 2005 chegou à IBCO por recomendação de irmãs que haviam congregado com ele em Marília. “Quando visitei a Igreja, o pastor Eduardo me perguntou ‘quer que eu vá te buscar todo domingo?’ Eu respondi que não, porque eu já sabia onde era”.

A serenidade e a certeza de ter vivido de maneira correta que ele possui é algo para poucos, mas ele não faz mistério e fala qual é o segredo para uma vida plena com Cristo. “Sabendo de cor os 10 mandamentos não tem como errar. Eu acredito que se você seguir estes mandamentos, além de ser abençoado por Deus, é pela justiça dos homens, porque você está em cima das coisas materiais e espirituais”.

No dia 21 de março, a IBCO realizou um culto de gratidão a Deus por uma história de vida simples de um homem que se entregou a Deus de todo coração e nos inspira a prosseguir e aperfeiçoar a nossa própria trajetória de fé.

Por: Karina Black, membro da IBCO


 
 

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